
As canções, por serem produzidas para teatro, têm um apelo cênico, ou seja: permitem serem cantadas e ao mesmo tempo interpretadas. Canções estas utilizadas para os espetáculos “O Menino Maluquinho” de Ziraldo, “A Viagem de Um Barquinho” de Silvia Ortoff e “O Gato de Botas” de Charles Perroult.
As canções de “A Viagem de Um Barquinho” tratam de questões relacionadas ao direito de ir e vir e da liberdade humana. “O Menino Maluquinho” de questões relacionadas às relações familiares, formação e educação da criança. Em “O Gato de Botas” da perseverança e da auto-estima. Todas as canções foram compostas, música e letra, pelo autor Kha Machado.
A escolha da criança é a principal justificativa para a realização deste projeto. Vemos que há uma carência enorme de trabalhos musicais para esta faixa etária. Mais do que isso, o pouco que se tem é de qualidade e conteúdo duvidosos. Nossa intenção é colaborar com um material que venha acrescentar mais qualidade e conteúdo dentro do que há na discografia para este mercado, e conseqüentemente com o conhecimento, com o nível cultural e as referências de maior qualidade musical e literária para a criança.
Acreditamos que as próprias canções e a elaboração dos arranjos com instrumentação não convencional possibilitará à criança o estímulo à sua criatividade e ao seu interesse pela música e a literatura.
contate: cultura@producaocultural.com.br
(19) 91525061
Formato: 14 x 21 cm, 74 páginas
ISBN: 978-85-391-0100-9
alguns locais de venda:
Livraria Cultura
Histórias verídicas usam humor e emoção para falar
do desemprego na maturidade.
Com lançamento que aconteceu , na FNAC do Shopping Dom Pedro (Campinas - SP), o livro Afinal, quem está no comando? conta a trajetória de um homem com mais de 40 anos, desempregado, que, após meses sem conseguir recolocação no mercado de trabalho, aceita se tornar “dono do lar”. Os autores, António Morey e Sérgio Vergílio, usaram como matéria-prima suas próprias experiências de vida e ainda fatos reais colhidos em entrevistas com vizinhos, amigos e conhecidos. As ilustrações do premiado chargista Dalcio enriquecem o texto e aumentam o apelo do humor e da emoção que conduzem a narrativa.
O livro trabalha com várias visões que, reunidas, formam um quadro rico e muitas vezes surpreendente de uma nova situação, que começa a se tornar comum: a mulher trabalha fora, ganha bem e tem sucesso na carreira profissional e o homem, por circunstâncias as mais variadas, acaba ficando sem opções de recolocação no mercado. Surgem na história, então, acontecimentos que vão do momento da demissão à adaptação a uma nova rotina, onde o terno e a gravata são substituídos pelo avental, o fogão e as panelas tomam o lugar do computador e o contato com os filhos fica mais importante do que as notícias de política e economia.
A adaptação a esta nova realidade e a compreensão de que o “trabalho do lar” tem extrema importância, e ainda de que ser o responsável por sua execução não diminui o homem, conduzem o enredo de “Afinal, quem está no comando?” a um final que é, principalmente, o começo de uma nova vida. Este é, então, o verdadeiro tema do livro: a superação, a capacidade do ser humano de desenvolver novas potencialidades e de se adequar a circunstâncias que, mesmo desafiadoras, podem se transformar em oportunidade para descobrir novos caminhos e alcançar novas vitórias.
Inversão de papéis
As peripécias de Thiago, o quarentão desempregado que vira “dono do lar”, encontraram certa dificuldade para virar o livro de estréia de Morey e Vergílio. Não querendo ficar só em suas histórias pessoais, os dois saíram à cata de outros enredos de vida semelhantes, mas enfrentaram desconfiança e preconceito.
“A inversão de papéis na sociedade moderna é um fato. Pudemos constatar isso quando começamos a desenvolver o tema e encontramos muitos outros homens na mesma situação. Falar sobre o assunto, de forma clara e objetiva e sem perder o bom humor, foi o nosso desafio”, testemunha Morey, para quem as importantes conquistas profissionais das mulheres e a dificuldade de retorno ao mercado de trabalho para o homem mais velho abriram caminhos para uma reflexão mais profunda sobre o novo papel do homem na sociedade contemporânea.
Vergílio acredita que é inevitável que os homens, empregados ou não, assumam um novo papel, mas diz que a pesquisa para o livro desnudou o grande preconceito que ainda domina o assunto. “Essa foi a nossa maior barreira: os pesquisados nos forneceram informações, desde que nos comprometêssemos a não citar seus nomes”, afirma.
Mas ambos fazem questão de destacar que “a vivência da nova situação, nossa e dos pesquisados, possibilitou a descoberta de prazeres que antes estavam adormecidos como, por exemplo, a convivência familiar”. Para os autores, após a conclusão da pesquisa e da obra, ficou a lição de que as pessoas podem ser ”desempregadas sim, mas desocupadas não”. E restou uma firme convicção: “há vida após o desemprego”.
A opinião é compartilhada pelo psicólogo Ivan Capelatto, autor do texto que apresenta o livro. Após discorrer sobre as mudanças na sociedade que estão levando os homens a assumirem novos papéis, Capelatto conclui: “este livro pode, então, se tornar um apoio, um manual bem-humorado de auto-ajuda para homens e mulheres que estejam vivendo ou tenham que viver situações de perda no mundo do trabalho ou resolvam aceitar, por pura opção, o encurtamento das diferenças entre ser homem e ser mulher”.
Serviço
“Afinal, quem está no comando?”
Lançado na FNAC do Shopping Dom Pedro em Campinas/SP no dia 05 de agosto de 2005
Editora Komedi
141 páginas
R$ 25,00 o exemplar
Onde comprar: www.livrariacultura.com.br
Paulistas e administradores de empresas, os autores António Bernardes Morey Jr., 51 anos, especializado em logística e Sérgio Roberto Vergílio, 49 anos, analista de sistemas, ator e teatrólogo estão à disposição para contatos e informações pelos fones/e-mail:
Sérgio Vergílio:
19 - 32563730
19 - 91149574
António Morey:
19 - 9604-7368
CD KHA
Meu primeiro CD autoral. Optei por ir direto ao assunto, andar com as próprias pernas e tocar minhas próprias músicas.
Talvez um caminho mais difícil dentro do mercado, mas sinto que é assim que eu tenho que fazer.
São canções inéditas que tratam de temas atemporais, compostas com ênfase na construção de melodias e de letras. Cordas, sopros, regional de choro e bateria de escola de samba acompanham vários estilos da MPB e desenham uma elaborada e sofisticada condução harmônica, executada por músicos instrumentistas
CONTRATE:
cultura@producaocultural.com.br
Ensinando com maestria sobre a arte de convivência, Luiza Pasim presenteia o leitor com duas meninas encantadoras: Florinha e Trancinha, duas verdadeiras amigas.
Vivendo com mundo diferentes, mas com idéias nobres e louváveis, Florinha e Trancinha certamente irão ensinar a todos nós verdadeira pérolas sobre a amizade, o mundo e a convivência harmônica entre as pessoas.
Escritora: Luiza Pasim
Preço por unidade: R$ 7,00
contate: cultura@producaocultural.com.br
(19) 91525061


